quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Editora PINI

Não estou fazendo nenhum mershandising, mas este mês comprei a revista "Guia da Construção" da editora PINI. Custa R$ 34,00 que valem muito a pena. Tem bastante conteúdo e preços de vários serviços e produtos.
Dando uma olhada no site, descobri que a editora é exclusiva para Engenharia e Arquitetura, e além das diversas revistas, possui livros e softwares interessantíssimos! Além disso, o site é muito bem organizado e da pra encontrar o que você procura facilmente. Os preços podem parecer meio altos, mas é um investimento que a meu ver, vale a pena pra quem é da área.

Enfim, desgustem vocês mesmos do site: http://construcao-engenharia-arquitetura.lojapini.com.br/pini/vitrines/destaques/index.asp

FEICON 2012

Mais uma edição da Feira Internacional da Construção...
Fui no ano passado, e confesso que me decepcionei...talvez seja porque fui no ultimo dia e os expositores não estivessem muito dispostos, tinha muita gente, ou não tinha muita noção do que deveria dar mais atenção na feira, ou ainda porque me falaram tantas coisas dessa feira que criei expectativas demais...mas pra mim, não foi tudo isso.
As inscrições pra esse ano já começaram, o evento acontecerá do dia 27 a 31 de Março, no Anhembi.
Ainda não decidi se irei, mas pra quem nunca foi, vale a pena conhecer.

Uma dica: Quem puder, vá nos primeiros dias e aproveite as palestrar gratuitas, e para evitar transtornos desnecessários, faça seu credenciamento online.

http://www.feicon.com.br/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Preconceito na construção civil

Olha...eu acho que o Brasil está muito longe de ser isento de preconceito em qualquer que seja o assunto. Mas acho que hoje em dia, temos fortes argumentos e ficou mais fácil lutar contra isso.
E assim como em outros setores, na construção civil existe sim preconseito contra a mulher!
Já vi vários anuncios de vagas com o pré requisito "sexo masculino" e confesso que quase desisti da profissão por causa dessas coisas. Eu posso dizer que já sofri esse tipo de preconceito.Já perdi várias oportunidades de emprego pelo simples fato de não ter nascido homem.Triste, mas é verdade.
Mas eu não desisti e consegui um estágio em uma empresa de alvenaria que presta serviço às construtoras e fui trabalhar em obra.
Imaginem...uma garota de 18 anos (na época), com pouco mais de um metro e meio de altura chegar na obra com um capacete branco na cabeça tendo que "supervisionar" o trabalho dos pedreiros. Fiquei com muito receio e no começo eu procurava ser o mais "gente boa" possivel pra evitar possíveis mal estar. Mas com o tempo, percebi que eu não podia ser tão simpática, não podia ser tão "legal", afinal eles tinham que saber que se fizessem algo errado, eu deveria sim corrigi-los e comunicar os meus superiores. Então resolvi assumir uma outra postura. Falava mais firme, mais rígida, procurava manter uma certa postura de superioridade, não porque me achava melhor que alguém, mas porque só assim ganharia o respeito deles, porque o que a maioria pensava era que eu era uma "mulherzinha" e não faria o que um técnico tem que fazer por esse motivo. (Sim, acreditem, é verdade).

E uma dica: ser firme e rigorosa, não significa assumir uma postura masculina e se vestir como homem ;)

TCC

Resolvi postar a introdução do meu trabalho de conclusão de curso aqui. Deixando claro que é de autoria de outro membro do meu grupo: Wellington Vargas Gomes, e que na minha opinião ficou muito boa.
Esclarecendo que veganos são uma "versão" mais radical dos vegetarianos, que além de não consumirem carne, eliminam do seu cardápio qualquer alimento derivado de animais (leite, ovos, margarina, gelatina, entre outros). É para este público o nosso projeto.


INTRODUÇÃO
O projeto do Restaurante Vegan visa englobar o engajamento social do público alvo à edificação, utilizando de recursos e soluções sustentáveis e ecologicamente corretas.
A implantação tem como base a criação de uma horta localizada no terraço do prédio que servirá como fornecedora de ingredientes para os pratos servidos no local, funcionando como um teto verde, e um elemento de intervenção decorativo.
Integrando a área principal do restaurante, um café ocupa um espaço lateral que dá acesso tanto aos consumidores quanto ao público da rua.
A edificação é composta de dois pavimentos, sendo que o segundo será um mezanino, como forma de criar uma interlocução entre os pavimentos.
Um dos materiais a ter grande enfoque no projeto é a Madeira de Demolição. Trabalhando com o lado estético da ambientação trazendo um contraste contemporâneo e ao mesmo tempo reciclando, desenvolvendo a política de reutilização.
            O projeto segue todas as normas técnicas requeridas de acordo com a legislação específica. Parte das adequações envolve a possibilidade de portadores de necessidades especiais frequentarem o local, com total acessibilidade.